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quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Photostory

No âmbito de exemplificar a utilidade das TIC enquanto recurso educativo, foi-nos pedido que elaborássemos um projecto no programa Photostory 3, do Windows. Este é um programa que permite a construção de histórias em formato de vídeo através do amplo uso de imagens e frases reduzidas, que permitam a manutenção do interesse do espectador ao longo do filme.
No que diz respeito à sua utilização em contexto escolar, pode verificar-se que esta é bastante viável, já que o programa não possui uma estrutura complexa e é simples de trabalhar.
Para a realização deste trabalho, poderíamos criar uma história própria, ou recorrer a uma já existente, o mesmo acontecendo com as imagens a utilizar. Neste caso, a história utilizada foi "Meninos de Todas as Cores", de Luísa Ducla Soares, adaptada por nós para o projecto em questão. Gostaríamos ainda de dar o nosso profundo agradecimento a Ana Catarina Eusébio, pela ilustração existente no filme. A música que acompanha toda a história é um tributo em piano da música "I Promise (I'm not Okay)" de My Chemical Romance. A origem desta música é incerta, já que se encontra na lista de músicas de uma das alunas há cerca de quatro anos, razão pela qual não apresentamos uma webgrafia para a mesma.

A adaptação da história foi realizada da seguinte forma:


Sequências narrativas

Imagens
Legendas



1
Era uma vez um menino branco chamado Miguel, que vivia numa terra de meninos brancos


Miguel

Era uma vez o Miguel que vivia numa terra de meninos brancos.





2
É bom ser branco, porque é branco o açúcar, tão doce, porque é branco o leite, tão saboroso, porque é branca a neve, tão linda.


Miguel com balão de fala e adereços
É bom ser branco, porque é branco o açúcar, o leite e a neve.




3
Mas certo dia o menino partiu numa grande viagem e chegou a uma terra onde todos os meninos eram amarelos.
Miguel a andar
Começou a viajar e chegou a uma terra de meninos amarelos.






4
Arranjou uma amiga chamada Flor de Lótus, que, como todos os meninos amarelos, dizia:
Flor-de-Lótus
Onde conheceu a Flor-de-Lótus.



5
. É bom ser amarelo, porque é amarelo o Sol e amarelo o girassol, mais a areia da praia.

Flor-de-Lótus com balão de fala e adereços
É bom ser amarelo, como o sol, o girassol e a areia da praia





6
O menino branco meteu-se num barco para continuar a sua viagem e parou numa terra onde todos os meninos são pretos.
Miguel no barco
Miguel continuou viagem num barco, até uma terra de meninos pretos.




7
Fez-se amigo de um pequeno caçador chamado Lumumba que, como os outros meninos pretos, dizia:


Lumumba

Onde encontrou um pequeno caçador, Lumumba.



8
É bom ser preto como a noite, preto como as azeitonas, preto como as estradas que nos levam para toda a parte.

Lumumba com balão de fala e adereços
É bom ser preto como a noite, as azeitonas e as estradas.





9
O menino branco entrou depois num avião, que só parou numa terra onde todos os meninos são vermelhos.
Miguel em avião

. O menino branco prosseguiu de avião, chegando a uma terra de meninos vermelhos.




10
Escolheu para brincar aos índios um menino chamado Pena de Águia. E o menino vermelho dizia:
Pena-de-Águia

Onde ficou amigo de Pena de Águia.
11
É bom ser vermelho da cor das fogueiras, da cor das cerejas
e da cor do sangue bem encarnado.

Pena-de-Águia com balão de fala e adereços
É bom ser vermelho da cor das fogueiras, das cerejas e do sangue.
12
O menino branco foi correndo mundo até uma terra onde todos os meninos são castanhos.
Miguel a correr
Miguel correu então, até a uma terra de meninos castanhos
13
Aí fazia corridas de camelo com um menino chamado Ali-Babá, que dizia:
Ali-Babá
E ali estava o menino Ali-Babá
14
É bom ser castanho
como a terra do chão
os troncos das árvores
é tão bom ser castanho como um chocolate.
Ali-Babá com balão de fala e adereços
É bom ser castanho como a terra, os troncos das árvores e o chocolate.
15
Quando o menino voltou à sua terra de meninos brancos, dizia:
Miguel a imaginar os amigos
Quando o menino branco voltou à sua terra, lembrou-se de todos os seus amigos.
16
É bom ser branco como o açúcar
Miguel a imaginar os amigos mais um balão de fala
É bom ser branco como o açúcar
17
Amarelo como o Sol
Miguel a imaginar os amigos mais dois balões de fala
Amarelo como o Sol
18
Preto como as estradas
Miguel a imaginar os amigos mais três balões de fala
Preto como as estradas
19
Vermelho como as fogueiras
Miguel a imaginar os amigos mais quatro balões de fala
Vermelho como as fogueiras
20
Castanho da cor do chocolate.
Miguel a imaginar os amigos mais cinco balões de fala
E castanho como o chocolate.
21
Enquanto, na escola, os meninos brancos pintavam em folhas brancas desenhos de meninos brancos, ele fazia grandes rodas com meninos sorridentes de todas as cores.
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Seguidamente apresentamos o nosso filme:





Webgrafia:


Ana Margato
Ana Sousa
LEB 3A

Reflexão sobre a Televisão e a Escola

A televisão faz parte do quotidiano da sociedade portuguesa há cerca de cinquenta anos. Com o passar do tempo, este aparelho tem vindo a desenvolver-se e a ganhar uma importância crescente para a generalidade dos indivíduos e o acto de “ver televisão” começa a assumir uma vertente mais interactiva e dinâmica. A mudança que se tem verificado nas próprias transmissões tem sido um factor fulcral para este acontecimento: o número de canais aumenta de dia para dia, aumentando assim o número de programas disponíveis e a responsabilidade do espectador.
            Sendo a televisão um elemento tão importante da nossa sociedade, e tendo em conta que as crianças são-lhe expostas desde a primeira infância, não se deverá dissociar a hipótese da sua utilização enquanto ferramenta educativa. A sua vertente lúdica, apreciada pela maioria da população, aproveitada num contexto educativo, pode fomentar o gosto pela aprendizagem e aumentar a confiança dos alunos, incluindo dos que, por norma, não se sentem à vontade para partilhar as suas aprendizagens. Isto auxiliará o seu desenvolvimento cognitivo, pessoal e de espírito crítico.
            Ao nível do português, o recurso à televisão possui todo o tipo de vantagens, como por exemplo o estudo da narrativa (género de texto presente na grande maioria dos programas televisivos) e o estudo dos diversos tipos de linguagem que surgem (por exemplo, a linguagem utilizada num desenho animado e num telejornal). No entanto, há que salientar que, mesmo com a utilidade inegável da televisão num contexto educativo, com o aumento contínuo de programas surge uma necessidade cada vez mais notória de educar não só com a televisão, mas também para ela. Apesar de, em quase todos os programas existirem factores lúdicos de modo a prender a atenção de quem visiona, nem todos possuem o mesmo valor educativo. Há que desenvolver assim, na criança, um espírito crítico para a selecção dos mesmos, de modo a que seja capaz de, sem ajuda, conseguir escolher programas que, para além de a entreterem, também são úteis para o seu desenvolvimento.


Ana Margato
Ana Sousa
LEB 3A

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Reflexão acerca do jogo educativo apresentado:

Ao utilizarmos como recurso educativo um software multimédia devemos fazer uma avaliação no que diz respeito à qualidade do mesmo, de modo a averiguarmos a sua pertinência. Existem vários aspectos a ter em conta no decorrer dessa avaliação, como é o caso da análise do produto propriamente dito, a utilização e exploração pedagógica que foi realizada ou se pretende fazer do produto – a fim de avaliar o seu potencial pedagógico e, por último, devemos perceber quais as aprendizagens que resultam da utilização do software educativo em questão.
Tendo por base estes três parâmetros de avaliação, analisámos o jogo educativo escolhido por nós em contexto de sala de aula. O jogo que decidimos apresentar foi o Jogo da Glória, sobre o funcionamento da Língua Portuguesa, (disponível aqui), retirado do site Ludotech.
Relativamente à análise do aspecto visual do software em causa, concluímos que tem uma apresentação apelativa a nível estético, não utilizando cores demasiado fortes que com uma utilização mais demorada do jogo poderiam tornar-se agressivas para os seus utilizadores. No começo de cada jogo, existe uma janela com as instruções necessárias para perceber o objectivo e o modo de funcionamento do mesmo, sempre disponível através de um ícone (situado em baixo, no ecrã).
Ao utilizarmos o Jogo da Glória concluímos que é de fácil utilização e adaptado a utilizadores a partir do 5º e 6º ano de escolaridade. No entanto, encontrámos uma falha ao nível da escrita que pode confundir os jogadores, pois o jogo não assume caracteres especiais (como por exemplo “ç” e acentuação), o que dificulta a leitura. Isto assume proporções mais graves se tivermos em conta de que se trata de um jogo de Língua Portuguesa.
Um aspecto positivo é o facto de o jogo não ter contador de tempo nem limite de respostas erradas, o que proporciona uma maior liberdade à criança de seguir o seu raciocínio ou usar várias estratégias a fim de encontrar a resposta certa (pesquisa na Internet, recurso a um adulto ou ao colega do lado, entre outras hipóteses).
Um factor que facilita e auxilia a criança é o facto de as questões serem apresentadas com escolha múltipla. Sendo um jogo que admite até quatro jogadores, fomenta uma competição saudável e um maior interesse em acertar nas resposta com vista a ganhar o jogo.
Em relação às aprendizagens que este jogo proporciona, concluímos que apenas testa os conhecimentos adquiridos anteriormente e não os incute. Quando a criança dá uma resposta errada esta é punida com o recuo para a casa de onde veio e não lhe é facultada a resposta correcta à pergunta colocada. Ou seja, o Jogo da Glória sobre o Funcionamento da Língua Portuguesa não proporciona às crianças que o utilizam aprendizagens sobre a temática em questão, assumindo assim apenas o papel de jogo lúdico através do qual os seus utilizadores testam os seus conhecimentos sobre a Língua Portuguesa e aspectos relacionados com o seu funcionamento.


Bibliografia:

- COSTA, Fernando Albuquerque; Avaliação de Software Educativo, Ensinem-me a pescar!; Universidade de Lisboa;

- CARVALHO, Ana; Como olhar criticamente o Software Educativo Multimédia; Universidade do Minho;
Ana Margato
Ana Sousa
LEB 3A

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Jogo Educativo

No passado dia 2 de Novembro de 2010, na vertente de TIC da Unidade Curricular de LPTIC, apresentámos a nossa escolha para um Jogo Educativo, neste caso direccionado para a Língua Portuguesa. Retirámos o jogo do site "Ludotech", um site de jogos direccionados para as disciplinas de Língua Portuguesa e História, tendo também alguns jogos matemáticos. A organização do mesmo é a seguinte:



O jogo seleccionado foi o Jogo da Glória, sobre a temática de Funcionamento da Língua. Aqui mostramos a apresentação visual do mesmo.


Neste jogo, é possível a participação de uma a quatro pessoas. A cada jogada, lança-se o dado virtual e vão sendo colocadas questões de Funcionamento da Língua a que os jogadores terão de responder correctamente, sendo assim recompensados com uma mensagem encorajadora. Caso contrário, serão punidos através do retrocesso à casa de onde partiram. Não existe um limite de tempo para cada jogada. Quando se calha numa casa especial (Sol ou Serpente), o utilizador pode jogar de novo, se acertar na pergunta; do mesmo modo, quando se está numa casa do fundo da escada, subir-se-á pela mesma se se responder de uma forma correcta. Quando a casa é uma cabeça de serpente e se responder incorrectamente, descer-se-á a serpente até à casa onde o seu corpo termina.
As razões que levaram à escolha deste jogo foi a sua vertente lúdica e até algo competitiva (que surge como um factor de motivação); o facto de poder ser jogado em grupo e as aprendizagens a que incita, já que o utilizador deve ter alguns conhecimentos prévios acerca do Funcionamento da Língua para conseguir avançar no jogo o mais depressa possível e ser o primeiro a chegar à casa final (se jogar em grupo), ou apenas de conseguir terminar com o máximo de respostas correctas possível.
Para terminar, cremos que este é um jogo adaptado para utilizadores a partir do 5º e 6º ano de escolaridade, já que possui algumas questões que consideramos mais complexas. Deixamos o site e o jogo à disposição de cada um, através dos links:

As alunas,
Ana Margato
Ana Sousa
LEB 3A